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O pecado de Raphael

Raphael vivia sob o mesmo teto que seu maior pecado. Cecília não era apenas a namorada de seu pai; ela era a personificação do proibido que circulava pelo corredor da casa há dois anos. Cada passo dela sobre o assoalho de madeira parecia ecoar diretamente no peito do rapaz, um lembrete constante de que o que ele desejava era, por lei natural, inacessível.

A culpa era uma sombra que o perseguia, mas o desejo era um animal faminto. No silêncio do quarto, o ritual era sempre o mesmo: o toque furtivo em uma peça de renda esquecida no varal, o aroma dela impregnado no tecido que ele escondia sob o travesseiro. Raphael sentia que ia explodir. Tinha dezenove anos e a mente povoada por fantasias que o transformavam em um estranho para si mesmo.

Naquela noite, porém, o sonho decidiu cruzar a fronteira da realidade.

Entre o sono e a vigília, o clique suave da tranca da porta foi o sinal. O lençol foi puxado, expondo seu corpo e o segredo que ele apertava entre os dedos: a calcinha dela. Através da penumbra, Raphael viu a silhueta. Não era uma projeção da sua mente dessa vez. O robe de seda deslizava, revelando curvas que ele só conhecia de relance.

Ela caminha até a lateral da cama, mordendo o lábio inferior e as bochechas coradas. Cabelos compridos e escuros caem sobre seus ombros e pelas costas, emoldurando a camisola transparente de seda branca de alças finas com padrões florais que pouco escondem o generoso volume de seus seios, o tecido termina acima de suas coxas grossas, cobrindo a pequena calcinha de renda branca.

- Seu pai ainda não voltou... não consigo dormir. – Lentamente ela sobe na cama, o colchão afundando com seu peso, ela envolve os quadris de Raphael com seus joelhos, a peça da lingerie roçando sua pele enquanto se inclina, os seios fartos pressionando contra sua pele.

- Posso ficar aqui esta noite? Só por um tempinho? - Os dedos dela deslizam levemente pelo braço dele, os olhos azul-esverdeados fixos nos seus, as pupilas dilatadas. Mesmo através da calcinha, ele consegue sentir o calor dela quando ela o pressiona e esfrega contra o membro duro.

- Prometo que vou me comportar… a menos que você não queira. – Ela olha maliciosamente para a calcinha na mão dele.

Atônito, sem acreditar que isso é real, crente que pode ser uma alucinação muito real, ele tenta balbuciar com medo de perder esse sonho tão vívido. “Ela está mesmo aqui? Vestida desse jeito? Se pressionando contra mim?”

- Cecília...? Eu... Meu pai ... ele ...

Cecília guia as mãos de Raphael para seus seios, se inclinando até que sua boca encoste na orelha dele.

- Ele não faz meu coração acelerar desse jeito. – O pau de Raphael responde ao toque, ao som, aos mamilos endurecidos, a respiração dela, a excitação evidente na calcinha dela. Um suspiro curto sai de sua garganta. Ela aconchega o rosto no seu pescoço, inspirando profundamente o perfume, antes de distribuir beijos de boca aberta ao longo da sua mandíbula, parando para murmurar contra a sua pele.

- Eu quero isso. Quero você. Não vai me fazer implorar, vai?

Ele só consegue gemer em resposta, apalpando os enormes seios dela, seu quadril subindo involuntariamente.

- Eu desejei isso por tanto tempo... sonhei em estar aqui com você, assim. Você também não me deseja, querido? Você não sente o quanto eu te desejo? - Ela pontua suas palavras com um movimento de quadril, esfregando seu calor úmido contra o membro duro, o tecido pouco contribuindo para diminuir a sensação requintada.

- Não estou pedindo que você arruíne seu relacionamento com seu pai, querido... Estou apenas pedindo que você se entregue a isso, que se permita sentir-se bem. Que se permita ter o que nós dois queremos... - A língua dela desliza para fora, saboreando a pele de seu pescoço, antes de sugar levemente seu pulso. Raphael quer responder, mas ele não consegue. Os peitos nas mãos dele, a buceta da sua deusa tão desejada todas as noites e dona de todas masturbações nos últimos dois anos tão colada ao pau desnudo é demais.

- Rapha, meu corpo está em chamas, ansiando pelo seu toque. Eu sei que você também sente isso... Essa conexão, isso... isso... - Ela luta para encontrar a palavra, depois dá uma risadinha sem fôlego, colocando a calcinha de lado para lambuzar o pau dele diretamente com seu mel.

- ...essa sensação de plenitude. Você não sente isso também? Como se tivéssemos sido feitos para ser assim, juntos assim? - Ela se move com mais força, a cama rangendo intensamente sob o seu corpo, e Raphael sente o calor, a umidade, a maciez e a flexibilidade do seu corpo, tão pronto. A respiração dela fica mais rápida, ofegante contra o seu pescoço, enquanto ela se esfrega com crescente desespero.

- Oh meu deus, Raphael. Eu vou! Oh meu deus! Eu vou! Oh.... Oh... Ahh, Rapha!! - As palavras dela se dissolvem em um grito sufocado com seu nome enquanto sente o ápice do prazer, o corpo dela tremendo e se contraindo, o membro dele ficando ainda mais úmido enquanto o clímax a domina. Ela desaba contra ele, tremendo e ofegante, uma mão agarrando sua nuca enquanto a outra aperta seu quadril com tanta força que chega a deixar uma marca.

Por um longo momento, ela simplesmente se agarra a ele, suportando os tremores secundários, sua respiração diminuindo gradualmente. Então ela levanta a cabeça, os cabelos escuros caindo ao redor do rosto, e com um olhar vago e satisfeito. Ela abre a boca para falar, depois faz uma pausa, mordendo o lábio como se estivesse ponderando cuidadosamente as próximas palavras.

- Eu falei sério... Não vou a lugar nenhum. Não até me fartar de você. - Ela mexe os quadris deliberadamente, arrancando um suspiro trêmulo dos seus lábios.

- Agora... - Ela se inclina para sussurrar contra sua boca, seus lábios pairando a um fio de cabelo dos seus. - ...diga-me, querido... O que você quer fazer?

As mãos de Raphael sobem para o rosto da mulher tão faminta em cima dele, com um carinho doce e leve em sua bochecha.

- Vai ser nosso segredo, Cecília ... Tudo bem? Meu pai não pode saber. Por favor. – Os dedos dele descem sem pressa tocando seu pescoço, a clavícula, o decote entre os seios ... E os segura, apertando levemente, provocando seus mamilos esperando a mulher responder.

- Nosso segredo... Gostei disso. - Ela se inclina, mordendo seu lóbulo da orelha e puxando levemente, sua respiração quente contra sua pele. Ele arfa, a cabeça caindo para trás.

- Hum... Suas mãos são tão boas... - Ela gira os ombros, pressionando os seios com mais firmeza contra suas palmas, implorando silenciosamente por mais. Ela segura seus pulsos, guiando suas mãos até as alças de sua camisola, um comando silencioso. Ao deslizar os dedos sob a delicada renda, ela estremece, o tecido frio roçando sua pele quente. Ela levanta os braços, permitindo que ele retire a peça, expondo a extensão cremosa de seus seios ao seu olhar faminto.

- Me toca ... quero ser sua.

Ela se inclina para capturar seus lábios em outro beijo ardente, transbordando gratidão e desejo no deslizar suave de sua língua contra a sua. Quando se afasta, seus olhos brilham com malícia e uma fome mal contida.

- Não pense que já terminamos. - ela murmura, com a voz baixa e sensual, uma promessa perversa nas palavras. - Agora é a sua vez... Diga-me o que você quer. Diga-me como você me quer...

- Você é sedenta, não é? Gosto disso em uma mulher. Faz um oral em mim? Pensei tanto nisso!

Os olhos de Cecília escurecem de desejo ao ouvir o comando, um sorriso malicioso se espalhando pelo seu rosto. Ela não hesita, descendo ansiosamente até estar na posição certa, o pau salta para cara dela, grosso e duro, o aroma almiscarado da sua excitação impregnando o ar. Ela lambe os lábios enquanto o observa com o olhar faminto e apreciativo. Ela envolve o membro com a mão, acariciando-o lentamente, sentindo o peso, o calor e a dureza contra a palma da mão. Ela se inclina, a respiração quente, começando pela base, distribuindo beijos de boca aberta ao longo de todo o seu comprimento, com a língua a percorrendo a parte sensível de baixo. Ela vai subindo lentamente, mapeando cada centímetro do seu pénis com os lábios e a língua até chegar à ponta.

Com um gemido baixo, ela o leva à boca, seus lábios se esticando ao redor da sua grossura enquanto ela desce centímetro por centímetro. Sua língua gira em torno da glande, lambendo o líquido pré-ejaculatório que se acumula na ponta, antes de o levar mais fundo, desaparecendo pulsante entre seus lábios macios e carnudos. Ela estabelece um ritmo constante, balançando a cabeça no seu colo enquanto o chupa com entusiasmo e prazer. Ela o engole fundo, o mantendo no calor úmido e apertado da sua garganta até que precise se afastar, ofegante e arfando ao redor do seu pau.

- Você tem um gosto tão bom. Eu poderia chupar seu pau a noite toda.

Ela olha para ele, os olhos azul-esverdeados vidrados de luxúria e desejo, um fio de saliva conectando seus lábios ao seu membro. A cena é incrivelmente erótica, a consciência de que é ela quem está reduzindo esse homem lindo, jovem e confiante a um estado de tamanha necessidade e desejo. Ela pega seus testículos na mão, rolando-o suavemente na palma enquanto o guia novamente a sua boca e o suga com mais força, mais voraz, mais insistente. A sensação dupla da boca quente dela e o toque nos seus testículos fazem Raphael ver estrelas, seus quadris se movendo automaticamente para cima, buscando penetrar o canal apertado da garganta dela.

Cecília sorri olhando para ele, retirando o membro de sua boca e lambendo o comprimento até a base, sem deixar de olhar pra ele. Ela não quer perder nenhuma expressão do rostinho dele. Ela continua descendo e coloca um dos testículos em sua boca e chupa, depois o outro. Ela bate com o pau na cara dela, deixando um rastro molhado em suas bochechas e nariz.

- Já está se acostumando com nosso segredinho?

Ela cospe no pau dele e sua mão desliza pra cima e pra baixo.

- Oh Cecília! Porra.

Ela dá um meio sorriso, e volta a chupar só a cabecinha, suas mãos subindo e descendo em sentido parafuso.

- Oh meu deus! Cecília!

A mão dele toca o ombro dela com medo que ela se afaste caso ele não a segure. Retirando o pau de sua boca, escorre uma baba pelo queixo, o aperta pela base e use o movimento para bater com ele na língua.

- O que?

Ela cuspiu mais uma vez e o abocanhou, o levando até o máximo que aguenta, balançando a cabeça.

- Ai porra! Puta que pariu!

Os dedos deslizaram pela pele dela até entrelaçarem com os fios negros.

Ela olhou pra ele e o sugou, como se quisesse sua alma pra si. O barulho invadia o quarto de Raphael que nem ligava mais pra quem aquela mulher era pra seu pai. O quadril dele subindo e descendo da cama, o levando até a garganta de Cecília que o recebia com prazer. A respiração dele era pesada, a expressão dele era sombria. O saco dele batendo contra o delicado queixo da sua madrasta.

- Não para! Toma tudo, Cecília! Toma tudo! Toma!

Cecília sentiu o liquido quente voar pra sua garganta. O corpo de Raphael não parou, ela não planejava engolir, mas era tanta porra que ela não controlava o que escorria pelo pau dele e o que passava por sua garganta apertada. Ele gozou como se fosse a primeira vez depois de longos dois anos torturantes. Quando ele finalmente se acalmou, ouvia seu coração batendo em seus ouvidos, a mão que a segura pelos cabelos está tremendo.

- Ai meu deus. Puta que pariu. Isso foi melhor do que eu sonhava. Meu deus.

Cecília se desvencilha dele, serpenteia pela cama até deitar do lado dele.

- Foi? Meu bom menino.

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