
Cuckold
Thiago e seu melhor amigo Arhur estavam na sala jogando xadrez e bebendo cerveja preta. Na tela da TV passava algum filme que ninguém prestava atenção. Diana, esposa de Thiago, estava na cozinha preparando os aperitivos para os homens, pastel de carne seca e coxinha de costela. Quando a primeira leva de pastel ficou pronta, ela os levou em uma bandeja até a sala para que eles pudessem apreciar.
Arthur era um homem pouco discreto. Respeitoso sim, mas sua discrição em relação ao que pensava e o quanto desejava a esposa do melhor amigo, era zero. Diana é uma mulher linda, cabelos loiros compridos e sempre com uma fina trança nas laterais, seu corpo é o próprio caminho da perdição. Lábios carnudos naturalmente, seios avantajados, barriga lisa, cintura marcada, quadril largo, uma bunda monumental e suas pernas longas. Todos amigos de Thiago já tinham olhado pra ela daquele jeito, e com certeza já se masturbaram pensando nela. Ninguém nunca avançou o sinal e desrespeitou o casal, mas parecia que Arthur queria.
Assim que Diana apareceu na sala, usando uma blusa justa e uma calça que parecia ser uma segunda pele, Arthur perdeu o foco da partida. Enquanto tomava um gole de sua cerveja, seus olhos percorreram por todo corpo.
‘‘Olha esses lábios! Imagino como ficariam envolvendo meu pau, me olhando com esses olhinhos de princesa, enquanto seguro a cabeça dela e fodo essa boquinha sem dó. E esses peitos!? Quero tanto toca-los! Chupar e mamar nesses peitos até ela estar vermelha! O corpo dessa deusa é perfeito!’’ – Na sua frente Thiago percebeu o olhar do amigo por cima do copo de cerveja, viu como ele a devorava com os olhos. Ele já estava acostumado com homens olhando desse jeito para sua esposa. Desde o namoro estava acostumado, Diana sempre fora estonteante e isso sempre lhe deu um certo orgulho masculino. Muitos homens desejam a mulher que só ele pode chamar de sua. Mas algo em como Arthur a olhava no decorrer dos anos, chamava a atenção de Thiago. Ele sempre fora comedido, claro. Porém era óbvio sua admiração por sua esposa, e não apenas pelo corpo, mas também por seu jeito e personalidade.
Diana também percebia os olhares dos homens e dos amigos de seu marido, mas nunca teve motivos pra reclamar. Na verdade, esses olhares eram parte da preliminar deles. Ela o viu reparando demais no corpo dela, e viu seu marido olhando pra ele. Diana tinha certeza que isso seria uma ótima preliminar para eles mais tarde. Ela se inclinou sobre a mesa para apoiar a bandeja com os pastéis quentinhos, mas nenhum dos dois se mexeu.
- Obrigada, querida. Estão lindos e o cheiro está ótimo. – Ele fez um carinho em sua mão quando ela foi para o seu lado.
- Sim, Diana. Estão magníficos.
Thiago deu uma risadinha, ao ouvir o comentário do amigo, e ainda acariciava a mão da esposa.
- Amor, você não vai ficar com a gente aqui? Está há muito tempo na cozinha, meu bem.
- Eu só quero terminar as coxinhas e já venho, meu amor. Vai ser rapidinho. – Ela se inclinou mais uma vez, dando um beijinho nos lábios dele antes de se retirar. Ela nunca soube exatamente como agir diante dos olhares dos amigos do marido, mas os de Arthur a deixavam ainda mais desorientada. Eles se conheciam há muitos anos, e ela tinha a impressão de que o tempo o estava deixando cada vez mais faminto por ela. Em seu caminho de volta para a cozinha, podia sentir os olhares do Arthur em sua traseira. Ela sentiu um arrepio estranho e seguiu seu caminho. Se aproximou do balcão e começou a colocar as coxinhas na travessa de vidro para colocar no forno, quando sentiu uma presença atras de si. Muito perto, o peito colado em suas costas, o pau duro contra sua bunda. Ela deu um baixo gritinho de susto. A mão dele foi até a cintura dela e apertou, causando nela um suspiro incontrolado. O cheiro do perfume dele invadiu suas narinas. Ela sabia que era ele. Diana tentou se virar, mas ele a prendeu contra o balcão.
- O- (Limpou a garganta) O que você tá fazendo, Arthur?
- Só vim pegar outra cerveja pra gente. – A outra mão afastou o cabelo dela e seus lábios tocaram seu ombro em um beijo com os lábios abertos. Ela tentou se afastar, mas ele a segurou firmemente contra o balcão.
- Ar-Arthur, por favor ...
Ele sorriu com a reação dela, deu um passo pra trás e a soltou. Foi até a geladeira, pegou duas cervejas e voltou para a sala. Diana ficou ali paralisada, ainda sentindo o toque dele nos ombros, nas costas, na cintura e na bunda. O pau dele parecia enorme. Suas pernas tremiam e ela sabia que não devia se sentir assim, isso era muito errado. Ela estava dividida entre ter gostado da sensação e do erro de não o ter afastado mais firmemente. Aos poucos ela voltou sua atenção para as coxinhas de costela e as colocou no forno, caminhou até o quarto e fechou a porta atrás de si.
Depois de uns 15 minutos ali deitada na cama sozinha, ela ouviu a porta do quarto se abrir e quando olhou era seu carinhoso e amado marido.
- Tudo bem, meu amor? – Ele fechou a porta e caminhou pra se sentar ao lado dela, segurou sua mão, o dedão lhe fazendo uma carícia. Ela olhou nos olhos dele, pensando qual seria o correto a fazer. Dizer o que houve e causar um problema na amizade que ele mais sentiria falta, não dizer e se sentir culpada para todo sempre. Ficou ali alguns segundos olhando pra ele, seu olhar era de carinho e atenção, o que lhe deu coragem pra falar de uma vez.
- Meu amor ... Eu sinto muito, mas acho que Arthur passou do ponto hoje.
- O que houve, querida? Pode me falar.
- Ele foi pra cozinha e se aproximou demais. Ele me prendeu contra o balcão, beijou meu ombro e senti o pau dele na minha bunda! Eu tentei me desvencilhar, eu juro! Mas ele é mais forte que eu. Eu não queria, eu juro pra você, meu amor!
Ela ficou ali ansiosa esperando pela reação do marido, mas ao invés de raiva e descontrole, ela viu um olhar estranho e os lábios dele deram uma leve subidinha em um sorriso mal contido.
- Amor? Fala alguma coisa!
- Como você se sentiu quando ele te prendeu no balcão e te tocou tão descaradamente?
- Como assim, Thiago? Eu senti raiva, repulsa! Ele não é meu marido para me tocar dessa forma.
- Sim ... E o que mais você sentiu? Tá tudo bem ... Pode me falar. Não vou ficar bravo. – Ele continuou acariciando a mão dela. Ela olhou no fundo dos olhos dele. Realmente não havia raiva ali, era algo diferente. Algo parecido com o olhar durante as preliminares, mas .... mais selvagem.
- Eu ... Eu ...
- Tudo bem, meu bem. Não precisa se conter. Eu quero mesmo saber. – A mão subiu pra nuca dela, fazendo uma carícia.
- Eu ... Gostei um pouco ... – Ele conteve menos seu sorriso estranho dessa vez.
- Só um pouco? Me conta como seu lindo corpinho reagiu a aproximação dele, meu amor. – Ela sentiu os dedos dele acariciando sua nuca de maneira leve e carinhosa, o que não condizia com sua expressão facial, mas ela sabia que ele estava realmente interessado na situação e criou coragem para falar a verdade.
- Eu gostei, Thiago. Gostei do toque, do cheiro, de saber que depois de tantos anos ele se descontrolou por mim. Podendo perder uma amizade de mais de 20 anos. Vocês estudaram juntos desde o Ensino Fundamental e ele nunca passou do limite comigo, eram só olhares. Mas ele desmoronou essa noite. Por mim.
- Sim, ele se descontrolou finalmente ... Eu me perguntava até quando ele conseguiria manter as mãos longe de você. Mas você não me respondeu, meu amor. Como seu corpo reagiu? Me conta. – A mão dele subiu um pouco e agora acariciava seus cabelos.
- Gostei, amor ... Minhas pernas bambearam, dei um suspiro quando ele me agarrou, eu tentei me soltar, mas era tão bom que eu desisti de tentar com medo de parar de senti-lo. – Ela disse abaixando o olhar.
- Shh ... Não precisa ter vergonha, querida. – A mão dele a segurou pelo queixo para faze-la olhar pra ele. – Confesso que também gostei ... MUITO que ele finalmente tenha tomado alguma atitude. Na verdade, penso nisso há algum tempo. Amo ver como ele te olha, como te deseja e se segura por nossa amizade. Imaginei ... – Ele para por um momento, analisando o rosto dela pra ver se continua – Imaginei você e ele juntos, ele te possuindo como sempre desejou e eu olhando vocês de camarote. Isso me deixa muito excitado, amor. Você nem imagina. Só de saber que ele fez isso e você gostou, me deixou de pau duro. Sente.
Ele guiou a mão dela até seu pau, ela sentiu através do tecido da calça. Estava rijo, querendo desesperadamente sair da calça.
- Eu nunca vou te pedir pra fazer isso, não se preocupe. Nem pediria a ele. Mas se você quiser, se sentir confortável e excitada com a ideia ... Acho que podemos provoca-lo até que ele perca o juízo de vez e te devore aqui, na nossa casa ... Mas eu jamais te deixaria desconfortável ou insegura sobre isso. Nunca poderia estragar o que temos. Eu te amo demais.
Ela ficou ali parada, sentindo a mão dele nos cabelos dela, nunca parando o carinho. A mão dela ainda parada no pau dele, ele realmente estava extremamente excitado com isso. Ela estava olhando pra ele tentando entender o que estava acontecendo, tentando entender se ela queria fazer parte disso, se ela queria Arthur tanto quanto ele a queria, se ela queria se deitar com outro homem e ver o marido excitado com isso. Ficaram ali parados se entreolhando por um longo período, quando ela falou.
- Acho que quero ... Ver você assim, tão animado, excitado, me deixou curiosa. E se abrirmos uma porta para uma diversão que nunca pensei e adorar? Arthur é de confiança, é muito atraente, o corpo dele é muito bonito também.
- Então você quer? Quer mesmo? Tem certeza? – Ele perguntava tentando esconder a euforia e expressando seu carinho e preocupação por ela.
- Sim! Sim, eu quero, amor.
Ele a beijou, a mão nos cabelos a trazendo mais pra perto, impedindo-a de respirar. Ele estava faminto só com a ideia. Por fim ele a soltou, os dois quase sem fôlego.
- Eu queria tanto ouvir isso, meu amor. Nunca a pressionaria, mas isso é um sonho que eu tenho há alguns anos. E com Arthur ainda. Meu melhor amigo da vida. Podemos começar essa noite ou prefere outro dia? Você que manda, meu amor.
- HOJE! Vamos nos soltar e ver no que dá essa loucura.
Eles sorriram e se abraçaram, aquele era um caminho novo e sem volta. Poderia faze-los muitos felizes ou destruir um casamento e uma amizade ao mesmo tempo. Fosse o que fosse, estavam prontos pra encarar isso.
- Você pode trocar de roupa, meu amor? Colocar algo mais ... Provocante?
- Já sei do que você está falando. Pode deixar.
- Perfeito! Vou te deixar se arrumar, esquece a comida, vou desligar o forno e te espero na sala. Ou melhor, nós te esperamos na sala. O provoque, meu bem. O leve a beira da loucura. Quero ver isso nos olhos dele. – Ele a beijou novamente e saiu do quarto. Ela se jogou na cama, seus belos e fartos seios balançando com o impacto.
- Estou sonhando? O que tá acontecendo? Essa manhã jamais pensei que o dia poderia terminar assim. E que meu amado e dedicado marido gostaria de me ver no pau de outro homem! Ainda mais no gostoso do Arthur! Que loucura! Tomara que dê tudo certo e meu casamento não vá a ruina por causa dessa perversão! – Diana ficou olhando o teto por mais um tempo e tomou coragem para se arrumar. Tirou as roupas que usava, e colocou uma blusa SUPER justa e decotada, apenas suas aureolas estavam cobertas naquele pequeno pedaço de pano. Arthur dificilmente conseguiria tirar os olhos dela. Colocou uma saia curtíssima e soltinha e finalizou com um salto 15. Se olhou no espelho, ela era uma GRANDE GOSTOSA! E foi em direção a sala, ao seu alvo.
Quando Diana entrou na sala DAQUELE JEITO, os olhos de Arthur quase saltaram pra fora, ele secou as mãos na calça, olhava para Thiago e para Diana numa velocidade absurda, o volume em sua calça era visível, ele se ajeitou na poltrona e quase fez a mesinha onde estava o tabuleiro de xadrez cair. Ele pegou a garrafa de cerveja e bebeu no gargalo esquecendo do copo. Thiago acompanhou toda reação do melhor amigo com um sorriso no rosto, Diana sentou-se ao seu lado, no apoio da mão da poltrona, suas pernas a mostra, seus peitos pulando da blusa.
- Então? Quem está perdendo o jogo?
- Jogo? Que jogo? – Ele respondeu sem tirar os olhos dela, - Ah, não importa mais. O que você? Por que você? Quer dizer ... Era eu, eu que tava perdendo. O Thiago tem sorte em muita coisa na vida. É muita sorte pra um único homem, na verdade. – Ele olhava para todos os pontos do corpo dela, não conseguia achar uma posição na poltrona, sua mão coçava para toca-la. O olhar dele não era mais de um simples homem que desejava, ele queria possui-la! Na frente do marido, ou o jogava pra fora de sua própria casa só para tê-la para si. Mesmo assim, ele estava tentando. Ele estava perdendo pra si mesmo.
Thiago sorrindo vendo o desespero do amigo, deslizou a mão pelas coxas da esposa, o olhar de Arthur seguiu o movimento. Ele mordeu o lábio inferior e dobrou a perna sobre a outra. Seu pau estava absolutamente duro e montando uma cabana em sua calça.
- Meu amor, acho que a cerveja do Arthur acabou. Pode pegar uma pra ele e pra mim, por favor? – Ele lhe deu um tapinha na bunda que fez o corpo dela todo se mexer, os olhos do amigo viram aqueles belos peitos balançarem, ‘Eles vão pular da blusa? Sim, por favor! Pula! Saí! Eu quero ver!’ - ela se desequilibrou no braço da poltrona, suas pernas abrindo para que ela pudesse se equilibrar, e então ele viu! A fina e transparente calcinha vermelha embaixo da saia minúscula.
‘Molhada?! Ela está molhada?!! Aqui? Agora? Me vendo me contorcendo por ela? Essa bucetinha vai ser minha?! Por que ela tá me provocando assim? Eu vou perder a cabeça? Eu vou foder com ela até ela esquecer o nome do marido dela! Aliás que olhar é esse? Ele não tá vendo como eu tô? Como eu sempre fico perto dela? Meu deus! Eu tô a ponto de virar um animal aqui.’
Ela se levantou e foi pra cozinha pegar as cervejas que o marido pediu, Arthur nem pensou, apenas a seguiu como um animal selvagem. Já na cozinha, ele a prendeu contra a geladeira, dessa vez foi sem controle. Puxou o cabelo dela pro lado, liberou o pescoço dela e lambeu, seu corpo pressionando as costas dela, ela podia sentir o pau dele imenso e duro contra a bunda dela, a outra mão dele agarrou um de seus peitos, ele respirava fundo, fazendo barulho, ela fechou os olhos e o deixou toca-la sabendo que seu marido tinha plena certeza do que estava acontecendo.
Arthur pressionava e se mexia contra a bunda dela, a mão dele abriu caminho pelo decote e desceu a blusa apertando os seios dela e acariciando os mamilos com os dedos. Sem reação contrária, ela não o impediu, ela não disse não.
- Nossa! Fala que isso tá acontecendo! Fala que você me quer! – Ele gemia contra a orelha dela, sua mão nunca parando. Sem esperar pela resposta, ele a virou e a empurrou novamente contra a geladeira. Agora ela sentia na frente o pau dele. Ele a beijou, faminto, selvagem, descontrolado. Ele fazia sons durante o beijo, a geladeira foi um pouco pra trás com a intensidade, mas ele não se importou, deu um passo a frente e seus lábios desceram pelo maxilar dela, o pescoço, a clavícula. Ele gemia, lambendo e beijando de língua sua pele. Quando chegou com a boca nos seios, ele a olhou enquanto colocava um mamilo na boca, a língua contornando o mamilo endurecido, ela gemeu. Ele fechou os olhos e mamou aquele peito como um homem desesperado. Suas mãos e sua boca atacavam seus grandes peitos sem parar.
- Você é PERFEITA. Você é perfeita! – Ela fechou os olhos sentindo o ataque gostoso em seus peitos, seus dedos agarraram os cabelos dele, o incitando a não parar. Ele fez um caminho de saliva até o outro mamilo e o abocanhou, mordiscando-o. Ela gemeu novamente, a mão dele no outro peito que secava com a saliva dele querendo mais atenção. Quando ela abriu os olhos para vê-lo devorando-a, ela finalmente percebeu o marido na porta da cozinha, segurando a cerveja em uma mão e acariciando o pau por cima da calça com a outra. Ele sorriu pra ela, ela viu nos olhos dele a mesma fome que Arthur mostrava nesse momento. Arthur voltou a beija-la, pressionando mais uma vez contra a geladeira, agarrou sua bunda e pressionava para senti-lo, ver como ela o deixava.
- Eu imaginei isso tantas vezes, Diana! Tantos dias e noites me masturbando pra você! Anos e anos!!! Te desejando! Desejando te tocar! Te beijar! Te lamber! Te chupar! Te comer!! Não acredito que isso tá acontecendo! Não acredito que você tá me deixando te tocar assim!
Thiago sorriu alto, sua voz grave tomando o ambiente, mas Arthur não parou.
- Não é sonho, Arthur. Ela e eu realmente estamos deixando. Te dando esse presentão por tantos anos de amizade. Ela quer e eu também.
Ao ouvir isso, ele a agarrou pela bunda e a levantou. A carregou até o balcão e a colocou ali sentada, de pernas abertas, uma coxa de cada lado e na sua frente aquela calcinha pequena vermelha molhada. A mão dele a tocou e os dois gemeram, com o dedão ele a provocava em seu clitóris. Seus outros dedos se melecavam no mel dela. Os olhos dele eram de pura luxuria, os dela eram puro prazer e o quando ele olhou pro Thiago, viu a mesma fome.
- Você tá mesmo deixando isso acontecer?
- Estou. Ela é sua essa noite, toque, chupe, foda. E eu vou assistir tudo!
Com um gemido bruto, Arthur voltou a atacar os peitos de Diana com a boca, a mão não parando o ataque em sua bucetinha, ele colocou a calcinha dela de lado e dois dedos dele invadiram sua intimidade. Ela jogou a cabeça pra trás e gemeu.
- Oh sim, Arthur!
Ele gostou de como aquilo soou em seus ouvidos, como uma fera ele rasgou a blusa dela, e desceu beijando seu corpo. Ao chegar de frente com a bucetinha encharcada dela, ele inalou profundamente.
- O cheiro do paraíso! O meu paraíso! – Ele foi de boca aberta, chupou e lambeu todo seu mel, um homem a beira do precipício, desesperado e faminto. Diana o puxou pra mais perto ainda com a mão, Thiago olhava a cena abrindo a calça e colocando seu membro pra fora. Ainda sem largar a cerveja.
- Isso! Chupe! Dê prazer a minha mulher que essa noite também é sua. – Ele via no rosto da esposa o prazer, os olhos fechados, os barulhos que ela fazia. Os barulhos que ele fazia enquanto a devorava. Ele nunca havia se sentido tão excitado na vida.
Arthur não parou de chupar, seus dedos a penetrando fortemente.
- Oh! Mmmm! Sim! Ai meu deus, sim!! Sim! Eu vou gozar, amor! Eu vou!!!!!!
E ela finalmente gozou na boca e nos dedos do melhor amigo do marido. Ele não parou de chupar ou de movimentar os seus dedos. Apenas diminuiu o ritmo. Deixando que ela volte para seus batimentos normais. Do perto seu marido se tocava, olhando a mais excitante cena a sua frente.
- Meu melhor amigo fez minha esposa gozar na boca dele bem na minha frente. Eu deveria estar puto, mas a única coisa que sinto é tesão. Foi uma das coisas mais lindas que eu já vi na vida.
Diana sorriu pra ele, acariciando os cabelos de Arthur e dando leves pulinhos ao senti-lo tocar em sua pele sensível.
- Sim, e isso foi só o começo. Os planos que tenho pra esse corpo perfeito, essa mulher perfeita! Vou demorar 1 ano inteiro até fazer tudo que imaginei com ela! E você autorizando tudo!
Ele se virou pra Diana, abrindo mais as pernas dela e a fazendo sentir através da calça dele o quanto ele a queria.
- Pede pra ele me deixar te comer, meu amor. Pede. Eu quero ouvir isso. Pede.
Ela olhou pro marido, com carinha de safada.
- Amor, deixa ele me comer? O pau imenso dele precisa de mim e eu quero esse pauzão me fodendo! Me arregaçando! Preciso que ele acabe comigo, meu amor. Quero sem possuída pelo Arthur! Quero ser fodida por ele, amor. Você deixa? Por favor? Diz que deixa?
Thiago se aproximou, sem parar de se masturbar, tocou os peitos da esposa, passou o dedo pelo rostinho vermelho dela.
- Deixo, meu amor. Ele pode foder essa bucetinha carente. Essa noite ele pode fazer o que quiser! Você vai ser fodida pelo meu melhor amigo na minha frente!
Ele deu um passo atrás e Arthur abriu a calça muito rápido, desceu a calça e cueca junto. Seu pau enorme saltou no ar. Com a cabecinha molhada de pré-semen. Era realmente enorme, cheio de veias, o maior que ela já tinha visto.
- Me fode, Arthur! Eu quero essa coisa enorme dentro de mim! Puta que pariu, eu preciso!
Ele gemeu e se colocou na bucetinha dela lentamente.
- Eu sei que você precisa de um tempo. Tá tudo bem, você vai se acostumar. Só relaxa.
O dedão dele circulava o clitóris, a outra mão apertava o quadril dela, os dedos deixando marcas na pele. Ele foi se colocando na bucetinha molhada e esfomeada aos poucos, sem machuca-la. Centímetro por centímetro. A cada movimento dele, os dois gemiam. Até que ele estivesse por inteiro dentro dela.
- Você é mais gostosa do que eu pensava! Eu já imaginava que você era uma delícia, mas ISSO? – Ele olhou para o amigo – Não sei como você consegue dividir ela comigo, cara. Eu nunca conseguiria! – Ele sai um pouco e volta pra dentro dela.
- Olha isso! Como ela me recebe! Como essa bucetinha perfeita me abraça! Ela é perfeita! Esse corpo! Esse rosto! Essa mulher! E hoje é minha!
Ele sai um pouco mais de dentro dessa vez e volta inteiro pra ela.
- MMmmm! Merda! Eu não sei se consigo me afastar dela, cara. Não sei se vou conseguir não voltar pra essa bucetinha, não quando ela me recebe assim! Tão apertadinha, tão gostosa.
Dessa vez ele sai e apenas a cabecinha permanece dentro dela, e ele volta com força.
- Porra! Eu quero ela pra sempre! Quero sentir isso pra sempre! Nunca vou querer parar!
Ele sai mais uma vez de dentro dela, quase por inteiro e dessa não para. O pau enorme dele entra e sai da bucetinha quente e molhada de Diana. Ela geme, as costas arqueiam, os peitos dela balançam com as estocadas. Thiago acelera sua masturbação, os olhos mal piscam vendo sua linda e amorosa esposa sendo devorada pelo melhor amigo. É um dos maiores tesões que ele já sentiu na vida.
Arthur se inclina sem parar de foder Diana, e captura os peitos dela na boca, ela geme ao sentir o contato. Thiago se empunha ainda com mais força. Sem aviso prévio, Arthur a puxa e a vira contra o balcão. Ela dá um gritinho de susto e sorri. Agora a linda bunda branca, grande e gostosa de Diana está exposta na cozinha. Ele se inclina dá mordiscadinhas, lambidas, cheiradas e leves tapinhas.
- Tá pronta pra mim, meu amor? – Ele pergunta com o rosto ainda contra a bunda dela.
Ela acena positivamente com a cabeça que está apoiada contra o balcão, suas mãos abrem sua linda bunda, Thiago e Arthur gemem em resposta.
- Isso, amor. Se mostra pra ele.
- NOSSA! PERFEIÇÃO DE MULHER!
Arthur coloca o pau novamente na entradinha de bucetinha de Diana, e quando ele entra dessa vez não é devagar, ele desliza pra dentro dela como se tivesse manteiga liquida ali. A cabeça de seu pau batendo em seu útero. Ela geme e treme ao senti-lo tão forte e rápido dentro de si.
- Porra, sim! Porra, sim Arthur! Porra! Vai, não para!
Ele atende ao pedido dela, e a ataca rápido e forte, a segurando pelo quadril. O barulho de pele com pele inunda a cozinha, Thiago está à beira de um colapso. Vendo o membro imenso do melhor amigo abrindo sua linda e perfeita esposa.
- Meu deus, sim! Porra, sim! Meu deus, Arthur!
As mãos dele a seguram pelos ombros quando ele vai mais forte dentro da bucetinha tão desejada por anos, os gemidos dela são sua inspiração. Ele vê o pau dele entrando e saindo dela, o buraquinho perfeito de seu cuzinho piscando. É demais pra ele.
- Eu nem sei como aguentei tanto tempo! Eu vou gozar, querida. Goza comigo, Diana. Quero sentir você gozar no meu pau, meu amor.
Com estocadas mais fortes e mais violentas contra ela.
- PORRA! EU VOU GOZAR NO SEU PAU, ARTHUR! EU TÔ GOZANDO, CARALHO! MEU DEUS! O QUE É ISSO, ARTHUR!
Diana goza no pau de Arthur, seu corpo treme, sua bucetinha o aperta ainda mais, o levando ao seu nível máximo, ele se lança mais uma vez contra ela e goza dentro. Sem camisinha, sem proteção. Ele a inunda com seu sêmen. Fazendo-o sentir as pernas tremerem. Quase perdendo as forças. Ele não para, mas diminui. Thiago do lado está com a mão suja de seu próprio gozo. Sorrindo maravilhado com o que viu. O chão também tem sinais de sua explosão. Ele caminha até eles.
- Eu quero ver seu líquido saindo de dentro dela. Eu preciso ver isso.
Arthur se retira de dentro de Diana que permanece jogada no balcão, em poucos segundos é possível ver o leitinho dele saindo pela bucetinha dela, o liquido quente escorrendo pelas lindas pernas da mulher. Thiago e Arthur gemem e sorriem.
- Eu fodi ela com tanta força, que nem sei como ainda tô de pé.
- Eu vi, gozei tão forte vendo vocês que nem sei como não voou porra na boca dela.
Os três sorriem cansados e satisfeitos. Eles a ajudam a se levantar e a levam para se deitar na cama. Vão apenas esperar ela descansar pra começar mais um round.








Se você gosta do conteúdo e quer dar uma força, fique à vontade para dar uma força.
Seu apoio faz a diferença e nos ajuda a continuar trazendo mais conteúdos pra você.
Qualquer contribuição faz uma diferença enorme.
Muito obrigada por fazer parte dessa jornada!
Todo o conteúdo presente neste site é de nossa autoria e protegido por direitos autorais. Proibido copiar, reproduzir ou distribuir nossos textos sem a devida autorização.
Para suporte, parcerias ou reclamações, entre em contato: contato.lilithsden@gmail.com
Todos os personagens são maiores de 18 anos.
